Processo: o percurso do trabalho
Receber, conferir, esclarecer e decidir são atividades relacionadas. O processo deve explicitar a passagem entre elas e as situações em que não se pode avançar.
Agentes, pessoas e decisões no mesmo percurso
O processo modelado em BPMN pode atribuir tarefas a agentes e a pessoas. As decisões DMN determinam o encaminhamento e as expressões FEEL avaliam condições do caso.
Uma factura de 1 230 € com fornecedor validado pode seguir para a responsável da obra. Uma divergência interrompe a autorização e pede esclarecimento. O agente prepara os dados; a regra mantém o controlo do percurso.
Decisão: informação e regra
Uma decisão depende de dados e critérios. Quando faltam condições, a proposta deve pedir esclarecimento ou revisão. Os componentes de processos e decisões têm âmbito documentado; não equivalem a suporte de qualquer fluxo empresarial.
Papéis e autonomia
Ver, propor, aprovar e executar são responsabilidades diferentes. Identidade e permissões devem limitar cada ação.
Uma recomendação útil não concede autorização por si. O desenho deve tornar clara a pessoa ou regra responsável pela passagem ao passo seguinte.
Exemplo: aprovação de uma despesa
Uma regra exige revisão do responsável do projeto. A despesa sem projeto fica bloqueada. Depois da confirmação, pode ser submetida e aprovada ou recusada.
O registo da aprovação conserva a decisão. Não movimenta dinheiro nem demonstra integração bancária.
Falhas e limites de reversão
Uma ação externa pode falhar ou ter um resultado incerto. O sistema deve distinguir tentativa de execução e confirmação.
Algumas consequências permitem compensação; outras exigem novo procedimento. O histórico não garante que qualquer efeito externo pode ser desfeito.
Perguntas frequentes
Todas as ações podem ser automáticas?
A autonomia depende das regras, riscos e permissões do âmbito.
Aprovar significa executar?
Não. São estados e autorizações diferentes.
É possível desfazer tudo?
Não. A reversão depende da ação e dos efeitos externos.
