Acesso proporcional
A visão distingue utilizadores e agentes com identidades e permissões. A pessoa que consulta pode não ter autorização para propor, aprovar ou executar.
Os componentes de base existentes exigem composição e validação no âmbito de uma entrega real.
Informação e registo
Origem, alterações e ações devem ajudar a compreender o que aconteceu. O registo deve distinguir uma proposta da sua aceitação e de uma execução confirmada.
Limites dos agentes
Uma fonte externa pode fornecer informação, mas não deve conceder ordens ou permissões por si. Ferramentas e modelos precisam de identidades, âmbito e limites.
As permissões, a integração e os caminhos de acesso são verificados no contexto da implementação.
Exemplo: permissões num projeto
Um utilizador consulta um documento e propõe uma alteração. O responsável revê. Só a identidade autorizada pode executar a ação definida.
Este cenário ilustra um princípio, sem constituir prova de uma configuração de produção.
Continuidade e dados
Backup, recuperação, conservação, eliminação e supervisão precisam de condições efetivas e evidência de validação. Não são anunciados RTO, RPO, certificações ou garantias absolutas.
Destinos de dados e fornecedores dependem dos componentes e modelos realmente escolhidos para uma implementação.
Perguntas frequentes
Os dados vão para serviços externos?
Depende das integrações e modelos utilizados. Esses destinos devem ser identificados na proposta e na informação de privacidade aplicável.
Há testes de recuperação completos?
Os procedimentos de cópia de segurança e recuperação devem definir responsáveis, periodicidade e critérios de restauro para o âmbito da implementação.
Quem define os acessos?
As responsabilidades e perfis devem ser acordados e validados com a empresa.
