1. Conhecer a atividade e a comunicação
O endereço do website é o início. Identificamos a atividade, a entidade responsável, o público e as funcionalidades: serviços anunciados, contactos, documentos públicos, formulários ou venda online.
2. Definir o que vai ser verificado
O perfil orienta a aplicabilidade. Uma construtora, uma mediadora e uma loja online não têm o mesmo contexto. A proposta identifica páginas, documentos, condições de acesso e exclusões.
3. Relacionar evidência e requisito
A recolha liga cada observação à origem: endereço, excerto e data. Podemos analisar a identificação da sociedade, a informação junto de um formulário ou elementos setoriais presentes na comunicação.
Quando a recolha é insuficiente, o resultado fica Por confirmar. Um bloqueio de acesso não é tratado como prova de incumprimento.
4. Rever e esclarecer
A revisão humana enquadra os resultados e as questões de aplicabilidade. Quando necessário, pedem-se esclarecimentos sobre a entidade, a atividade ou a informação que não foi possível observar.
5. Priorizar e acompanhar a correção
A entrega apresenta observações, evidência e próximos passos. Uma questão pode ser atribuída ao responsável pelo website ou pela informação institucional.
Atribuir uma ação não altera a conclusão. É a nova evidência, depois de revista, que permite reavaliar o resultado. Correção e reavaliação seguem o âmbito acordado.
Perguntas frequentes
Quanto demora?
Depende do âmbito, cobertura, acessibilidade e revisão necessária. Não é anunciado um prazo universal de execução.
É necessário fornecer acessos?
A necessidade e as condições são acordadas. Não envie passwords pelo formulário.
O resultado automático é entregue sem revisão?
A comunicação do serviço inclui o papel da revisão humana; o âmbito deve esclarecer como ela participa na entrega.
