Defina o propósito da troca
Que informação deve circular e para permitir que trabalho? Integrar tudo pode criar mais ambiguidade do que utilidade. Comece por um fluxo e pelos dados necessários.
1. Escolha o sistema de referência
Se um nome ou estado existe em dois locais, deve estar definido onde pode ser alterado e qual o valor que prevalece. Uma sincronização sem essa regra pode propagar conflitos.
2. Relacione identificadores e formatos
O mesmo fornecedor pode ter um código numa aplicação e um nome noutra. A correspondência deve ser explícita, incluindo os casos em que não é segura.
Datas, unidades, valores e campos opcionais também precisam de tratamento definido.
3. Verifique acesso e frequência
Ter API não resolve permissões, limites, formatos ou condições contratuais. Defina quem concede acesso e como é mantido.
A frequência pode depender do trabalho: tempo real, lote ou intervenção manual têm efeitos e custos diferentes.
Exemplo: repetir um envio
Uma operação é enviada, mas a resposta não chega. Repetir deve permitir reconhecer a mesma tentativa lógica, em vez de criar uma segunda operação.
Um identificador estável e uma confirmação do sistema responsável ajudam a tratar a incerteza. A implementação concreta depende das interfaces.
4. Prepare falhas e reconciliação
Indisponibilidade, dados rejeitados e resultados incertos precisam de estado, responsável e caminho de recuperação. O relato de envio não é necessariamente prova de aceitação.
Uma conferência periódica pode ajudar a reconhecer diferenças, conforme âmbito acordado.
O que evitar
Prometer integração por existir um logótipo, usar nomes como identificadores únicos sem análise ou repetir ações sem controlo pode introduzir erros. O diagnóstico deve tratar estas condições antes da automação.
Checklist prática
Use esta lista para organizar a informação. Não precisa de ter todas as respostas antes de contactar.
Perguntas frequentes
Ter API basta?
Não. Dados, identificadores, acessos e recuperação de falhas precisam de análise.
Como evitar duplicados?
O desenho deve reconhecer operações repetidas e confirmar o resultado no sistema responsável.
