Uma estrutura que corresponde ao negócio
Os centros de custo podem representar obras, lojas, projectos, departamentos ou outras unidades de responsabilidade. A estrutura deve seguir a forma como a empresa trabalha e decide.
A configuração parte das práticas existentes e do detalhe necessário para controlo financeiro e contabilístico.
Imputar sem perder a origem
Cada movimento conserva o documento, a entidade, a data e a ligação ao centro de custo. Uma despesa partilhada pode ser repartida segundo um critério explícito.
O exemplo distribui um transporte de 1 200 € entre Aurora e Ribeira. A soma das parcelas mantém o valor original e a confirmação identifica o responsável.
Testar a repartição antes de confirmar
Alterar uma percentagem mostra a distribuição proposta. Os totais dos centros só mudam depois da confirmação, evitando confundir uma simulação com uma imputação efectiva.
Na repartição de 60% e 40%, Aurora recebe 720 € e Ribeira 480 €. O critério pode depender de utilização, quantidade, área ou outra base acordada.
Ler o orçamento e os desvios
A comparação entre orçamento e realizado ajuda a identificar desvios e a investigar a sua origem. A leitura deve indicar o período e quais os movimentos incluídos.
No exemplo, Aurora passa de 18 000 € para 18 720 €, face a um orçamento de 18 500 €. O desvio de 220 € decorre dos mesmos registos apresentados na repartição.
Relatórios adaptados à gestão e à contabilidade
Os mapas podem apresentar movimentos por centro, categoria, fornecedor, período e responsável. As rubricas e critérios de tratamento são acordados com a empresa e a contabilidade.
O primeiro passo é definir a estrutura, as regras de imputação e a origem dos movimentos; depois validar um período antes de alargar a utilização.
Perguntas frequentes
É uma aplicação pronta a subscrever?
É um exemplo de solução a configurar e desenvolver à medida. O âmbito, as fontes, as integrações e as condições de utilização são definidos para cada projecto.
